Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia


Perguntas mais Frequentes

Perguntas frequentes com as respectivas respostas na área de Endocrinologia Feminina e Andrologia. Antes de enviar a sua dúvida para o site, leia abaixo algumas perguntas mais frequentes, assim como os esclarecimentos fornecidos pela equipe do departamento. As respostas publicadas constituem apenas uma opinião, fornecida à distância, embasada em informações superficiais e sem o fundamental exame físico. Não substituem, de forma nenhuma, a avaliação e o acompanhamento, executados pelo médico assistente.

Como o nome já diz é uma falha dos ovários em manter a vida hormonal da mulher ou seja, não ter regularmente as menstruações provocando uma menopausa precoce,através das deficiências dos hormônios femininos como o estrogênio e progesterona.

Não. Afeta poucas mulheres antes dos 40 anos (de 1 a 2%) e pouquíssimas antes dos 30 anos.

Em 90% dos casos é indefinida, podendo ocorrer por alteração do número ou de defeitos nos folículos ovarianos, que são as estruturas que produzem os hormônios femininos. Estas condições e outras doenças genéticas ou anormalidades nos cromossomos dessas mulheres provocam uma disfunção hormonal desses folículos diminuindo a produção de hormônios femininos e seu autocontrole.

Pela história clínica: a mulher pode ter sintomas de menopausa ? ondas de calor, secura das mucosas principalmente a vaginal, irregularidade menstrual abrupta após ciclos menstruais regulares ou após interrupção por contraceptivos orais ou após gestação,e/ou infertilidade. Há também as que nunca menstruaram.
Pelo exame físico e alguns sinais como baixa estatura com mamilos muito separados dentre outros, caracterizando a síndrome de Turner. O vitiligo e a hiperpigmentacão de dobras e mucosas podem caracetrizar a doença autoimune que pode comprometer os ovários e outras glândulas.
Pelos exames laboratoriais: os de sangue dosando no sangue o FSH que estará muito alto, estudo genético, estudo do cariótipo (exame dos cromossomos), exames de imagem (ex: o ultrassom pode mostrar ovários em fita e útero hipodesenvolvido), biópsia do ovário (ex: identifica se há uma ooforite-inflamacao dos ovários , ou se tem ou não folículos).

Deve ser feito com acompanhamento médico e tratar a causa que acarreta a falência ovariana. A terapia de reposição hormonal para alívio dos sintomas da deficiência do estrogênio e a manutenção da massa óssea. Restauração da função ovariana, preservação da função ovariana (ex: mulheres que vão receber quimeoterapia ou radioterapia) e apoio psicológico.